A sessão do julgamento do acusado pela morte do mestre Moa do Katendê começou às 8h de hoje (21).

De acordo com o Correio, até por volta das 10h50, haviam sido ouvidos a filha de mestre Moa, Somani dos Santos, o primo de Moa, Germínio do Amor Divino Pereira, ferido ao tentar evitar o assassinato, e o dono do bar onde ocorreu o crime, João Carlos Costa. Um amigo de Moa também esteve entre as testemunhas.

“Um homem digno de verdade, bastante conciliador, não mexia com ninguém. Meu pai era tudo pra mim. Ele era muito educado, um homem de poucas palavras. Nossa família ficou dilacerada, nos faltou chão”, disse Somani sobre o pai, durante sessão do Tribunal do Júri, no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.

Moa do Katendê foi morto com mais de 10 facadas durante uma briga política em outubro de 2018 pelo barbeiro Paulo Sérgio Ferreira de Santana. A estimativa é de que a sessão dure até as 22h de hoje.

A denúncia do MP será sustentada pelos promotores de Justiça David Gallo e Cássio Marcelo de Melo Santos.

Durante a sessão, o acesso ao salão do júri é permitido ao público em geral. No entanto, não podem ser feitas filmagens e nem gravações no interior do salão do júri.

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