A jornalista baiana Rita Batista, 42 anos, é “o ponto médio entre a arrogância e a humildade”, como ela própria define em seu perfil do Instagram. Ou, ainda, “a melhor coisa que pode acontecer na vida de qualquer pessoa e/ou corporação”. Determinada, sem perder a leveza, diz sem meias palavras: “Não sou mulher só em março, nem preta só em novembro”.

A afirmação não surge do nada. Antes de ser repórter de programas como Encontro com Fátima Bernardes, É de Casa e Mais Você, no Super Manhã Globo, Rita é apresentadora do Mulher com a Palavra desde o início, em 2016. O projeto é, em sua opinião, uma oportunidade de dar voz às mulheres em todas as épocas do ano e uma fonte importante de reflexão.

Principalmente no atual contexto, refletido no noticiário. “A gente vive em uma sociedade machista, heteronormativa, racista, onde qualquer coisa que a mulher fala é desrespeitada em sua integridade mental e física”, lamenta. Na entrevista a seguir, Rita fala sobre discurso feminino, sobre sua vida pessoal, sobre estereótipos associados às mulheres e sobre a próxima edição do Mulher com a Palavra.

 

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