Ato político do Missão degenera em confronto com bolsonaristas e resulta em detenções em Salvador Redação 28 de setembro de 2026 Bahia Uma mobilização de campanha liderada por Renan Santos, postulante à Presidência pelo partido Missão, descambou para agressões físicas e intervenção policial nas imediações da Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no bairro do Canela. O episódio, registrado na tarde de domingo (27), envolveu militantes da legenda e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, culminando na condução de envolvidos pela Polícia Militar.Conforme relatos de testemunhas e imagens que circularam em plataformas digitais, o clima de tensão escalou quando integrantes da comitiva do candidato e grupos bolsonaristas locais — incluindo membros da equipe do postulante à Assembleia Legislativa Giuliano Argollo — se desentenderam, dando início a uma sequência de provocações e trocas de golpes.Dinamismos do Confronto e Ação PolicialO tumulto exigiu o deslocamento imediato de guarnições ostensivas da PM que patrulhavam a região para conter o avanço da violência:1. Agressões registradas: Relatos apontam que a briga envolveu socos, pontapés e arremesso de objetos. Pelo menos um homem vestido com trajes ligados ao grupo organizador foi flagrado desferindo golpes contra oponentes.2. Intervenção e detenções: Agentes policiais atravessaram a via para separar os grupos e conter os agressores. Ao menos um simpatizante do Missão acabou detido sob acusação de agressão física, sendo encaminhado para registro de ocorrência na central de polícia.Contexto da Mobilização e RepercussãoO evento integrava a agenda de rua do candidato Renan Santos na capital baiana em meio à reta final da campanha eleitoral. Representantes de diferentes vertentes ideológicas presentes no local lamentaram o desfecho turbulento, classificando a pancadaria como um reflexo do acirramento e da intolerância no debate político de rua.