O prefeito de Salvador, Bruno Reis, admitiu que o prazo apertado para decidir sobre a realização do Festival da Virada, festa de Réveillon organizada pelo poder público, já impõe mudanças na estrutura da festa.

À espera de uma reunião com o governador Rui Costa (PT) para saber se será possível fazer o evento que se tornou tradicional e impacta no turismo da capital desde a gestão de ACM Neto, Bruno Reis reconhece que é impossível a duração de cinco dias, e também reconhece que não conseguiria montar uma grade à altura dos anos passados.

“Hoje dificilmente a gente teria condições de realizar o Festival da Virada com cinco dias e com a presença de grandes artistas nacionais e internacionais, pois eles já estão contratados por outras praças, isso não tenha dúvida”, disse o prefeito durante entrega do novo fardamento a ambulantes do Centro Histórico, e anúncios para a categoria.

Segundo o gestor, a Prefeitura ainda tenta adiar ao máximo a “data-limite” para desistir ou confirmar a festa, mas ressalta que com o decreto estadual vigente que limita a capacidade de eventos para 3 mil pessoas, é impossível pensar no Festival da Virada.

“Estamos vendo o que é possível fazer, se ainda é possível fazer, diante dos números da pandemia. Hoje temos no estado da Bahia, a liberação de eventos para 3 mil pessoas. Não há como fazer evento aberto ao público, mesmo controlando com a segunda dose, se limitar para 3 mil pessoas”, salienta.

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