O uso emergencial da vacina contra o novo coronavírus da farmacêutica AstraZeneca desenvolvida com a Universidade de Oxford, que no Brasil é testada e produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), deverá ter o pedido de uso emergencial até a próxima sexta, (8).

 

Confirmada pela reportagem de VEJA junto a especialistas envolvidos no processo, a liberação do fármaco aos brasileiros ficará a cargo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que deverá levar até 10 dias para dar seu parecer positivo ou negativo.

 

Logo após o pedido de uso emergencial, será feito, no próximo dia 15, o pedido de registro do medicamento. Isto é, a autorização total que permite imunização em massa. Boa parte dos documentos necessários para esses pedidos já foram entregues de forma segmentada à Anvisa. A AstraZeneca, por exemplo, já entregou todos os dados sobre os estudos do medicamento. Os últimos pedidos da Anvisa à Fiocruz, porém, diziam respeito à fabricação do antígeno.

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